Arquivo mensal: julho de 2015

Para que a brincadeira continue!

… O mês de agosto está chegando! O mês de agosto chegou! Agosto … mês bem disposto!

É o início das atividades do segundo semestre e … para que a brincadeira continue veja as sugestões!

E a organização das brincadeiras, novas ou já conhecidas é o ponto de parida para receber as crianças que estavam fora, de férias. Compreender a importância do brincar para a criança é  fundamental e deve ser o foco da equipe!

Ampliando a postagem anterior Espírito de férias na brincadeira  selecionamos várias  propostas para que a brincadeira continue e a diversão não termine!

contato-tempo-de-crechePista com pneus e bambolês

Quais os movimentos que as crianças mais gostam de fazer? Quais os mais difíceis?

Angela h

Por meio de pistas ou circuitos com obstáculos como –  túnel de tecido, degraus de bancos, bambolês, pneus, cabanas montadas com tatames, proporcionamos às crianças o desenvolvimento e as ampliações gradativa de sua movimentação como o agachar, engatinhar, correr, subir, pular, girar, andar em diferentes planos (no alto, em baixo…) e, assim, desenvolver maior segurança  na movimentação cotidiana. Continue lendo..

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Desenhar, desenhar, desenhar …todos os dias!

garatujasParece que é automático! É só apresentar para os pequenos algo com que riscar que o ato de desenhar se inicia na mesma hora!

Que bom! Porque quanto mais desenha, mais a criança desenvolve o desenho os ganhos cognitivos que o ato proporciona. 

mz2-twin-score-also-0.w529.h352.2xAté os 12 meses a criança descobre a existência dos objetos que podem deixar marcas nas superfícies (riscadores e suportes). Começa então uma produção natural e espontânea de traços, inicialmente desordenados e sem controle (garatujas desordenadas).  Porque ainda não tem maturidade para coordenar seus movimentos, os traços são fortes e descontínuos. Também não existe percepção do espaço gráfico e nota-se que os traços ultrapassam os limites dos suportes (papel, por exemplo). Braço e antebraço são como um membro unido que se move a partir da articulação do ombro. Continue lendo..

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Espírito de férias na brincadeira

Os meses de férias têm uma atmosfera diferente. Sentimos no ar uma mudança no espírito. Parece que o sol brilha mais (mesmo nos dias de chuva e frio!) e a vontade de brincar e alterar a rotina é grande. Essa disposição contamina os pequenos e continua nos primeiros dias do retorno à creche.

Transformar a rotina numa gostosa aventura de férias traz alegria e compensa um pouco a falta de férias das crianças cujos pais trabalham.

Como o número de crianças ainda é reduzido e as faixas etárias diversas, o planejamento pode ser mais brincante e recreativo. Propostas como piqueniques, pequenos passeios no entorno e o uso de materiais e técnicas mais adequadas a pequenos grupos são ideias interessantes. Vale, também, proporcionar atividades sem tempo rígido para terminar, escolhendo aquela que as crianças mais gostam…

Então, está pensando algo diferente para fazer com as crianças durante o mês de julho?

A mudança nas atividades rotineiras envolve as crianças numa aventura e enriquece as pesquisas e as relações. Por que não prolongar essa sensação por mais um tempo e “avançar” em agosto?

As dicas propostas procuram se nutrir da iniciativa e curiosidade infantil. Deste modo, brincar de faz de conta – de casinha, de ir ao supermercado ou a uma festa; colecionar objetos e separá-los em caixas; contar histórias, ouvir poemas etc. traduzem esse interesse.

Experimente! Continue lendo..

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Palavra de… Maria Alice Proença: a cultura do fazer coletivo na Educação

Foto Maria Alice ProençaPara Maria Alice de Rezende Proença, doutora em Educação, o estabelecimento de uma cultura de registro coletivo transforma o dia-a-dia em aprendizado e contribui para a construção pessoal de cada membro da equipe. Um caminho constituído a partir da prática frequente de agir, registrar, refletir e agir novamente com a clareza da intenção da ação docente para promover aprendizagens cada vez mais significativas.

Um mapa como síntese para todo o trabalho:

Mapa de Rede - Alice Proemça Tempo de Creche – Qual a importância da história pessoal para o trabalho dos educadores da Educação Infantil? Como construir este sentimento de pertencimento?

Alice – Para entrar em qualquer tipo de trans-formação, o sujeito tem que primeiro partir de uma história pessoal. Essa narrativa é que vai dando para o sujeito a possibilidade de tomar consciência do seu percurso. Continue lendo..

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Conhecer outras experiências para se reconhecer e crescer!

entrevista UNIEPREEm 2014 falamos sobre a importância e a relevância de visitar outras creches e espaços de Educação (Visitar outras creches: valioso recurso de trocas e reflexão). Uma experiência que traz recursos para repensar a nossa ação e crescer. Dessa vez visitamos uma creche – ou centro de Educação Infantil – gerida pela UNIEPRE. Aprendemos muitas lições que compartilhamos aqui!

 

UNIEPRE logoA UNIEPRE é uma instituição de Educação Infantil que implanta e faz a gestão de creches e pré-escolas dentro de empresas, como benefício para os funcionários. Nossa visita aconteceu na unidade da indústria de medicamentos Aché Laboratórios.

Flávia Vasconcellos Gusmão (diretora) e Sheilla André Carlos da Silva (coordenadora da unidade) nos receberam, mostraram a estrutura, o trabalho pedagógico, o olhar apurado para a gestão da saúde e a sabedoria de acolher e compartilhar a educação com as famílias.

UNIEPRE sala para mãesAs mães das crianças da UNIEPRE podem visitar seus filhos a qualquer momento e sem hora marcada. Isso atrapalha o andamento da rotina? Não e sim! NÃO, porque a mãe, se quiser, pode “espiar” seu filho ou se integrar nas atividades, respeitando o interesse da criança no seu momento. E SIM, porque existe uma estrutura que recebe a mãe que quer passar um tempo com sua criança e concede um espaço organizado com livros, jogos e poltronas para que o momento aconteça gostoso, de forma proveitosa para os dois. Continue lendo..

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Um tratado sobre o TANQUE DE AREIA

brincadeira com areiaHá muitas dúvidas sobre as vantagens e os riscos das brincadeiras nos tanques de areia. Os benefícios compensam? Vale a pena? Existem alternativas?

 

Conversamos com a Flavia Vasconcellos Gusmão, sócia e diretora da UNIEPRE, uma instituição de Educação Infantil que implanta e faz a gestão de creches e pré-escolas dentro de empresas. O trabalho que conhecemos na indústria farmacêutica Aché Laboratórios foi UNIEPRE logoinspirador! Além da visita e da conversa acolhedora, Flavia compartilhou com o Tempo de Creche seu material de formação sobre TANQUES DE AREIA, direcionado a todos os funcionários das unidades da UNIEPRE.

BALDES, PÁS, AREIA E ÁGUA: elementos para o jogo simbólico

Baseado no conteúdo elaborado por Flavia Vasconcellos Gusmão – UNIEPRE

A areia é um elemento da natureza, mas a experiência com esse material ainda é pouco incentivada na Educação Infantil. É uma prática que deve ser incorporada no dia a dia com as crianças, com planejamento, liberdade de vivência, criatividade e segurança. Continue lendo..

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Três dicas de materiais inusitados e uma para ajudar na bagunça!

dicas de materiais inusitados para Educação InfantilO levantamento dos interesses das crianças deve direcionar o planejamento das propostas na Educação Infantil. Nossa experiência aponta algumas atividades com vivências que sempre despertam interesse, pesquisa, descobertas e conquistas, por conta de materiais inusitados. 

Trazemos três dicas de propostas que podem ser combinadas aos projetos da turma e uma dica para facilitar a organização de atividades “melequentas”:

 

 

Balão numero 1Meleca de amido

A massa de amido e água, combinadas numa certa proporção, se constitui num líquido viscoso com propriedades diferentes dos líquidos comuns. Falamos dela no post Afinal, o que é Arte na Educação Infantil?. Essa “meleca” fica mais dura quanto mais força colocamos nela, escorre pelos dedos com pingos longos e grossos e desafiam as crianças a controlarem sua ação. É conquista certa! Continue lendo..

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Projetos e temas: um convite à aventura

Nossa leitora Cristina Amorim, professora de SP, pediu uma dica para trabalhar a cultura do Ceará com sua turma (faixa etária: 4 anos), que será seu próximo projeto.

Gostaria de saber se vocês tem alguma dica sobre a cultura do Ceará pois esse será meu próximo projeto com meus pequenos, não posso fazer feio. Vale tudo, a comida, a dança, o povo qualquer coisa que desperte neles o prazer em conhecer esse lugar lindo!

 

Jangadas

Essa solicitação levantou a questão da definição e do encaminhamento de temas de projetos: a forma como o professor pensou no tema, os conteúdos envolvidos e uma abordagem compatível com a faixa etária e a concepção de infância.

O aprendizado na primeira infância está associado às vivências e às experiências sentidas. Sim: SENTIDAS! Porque criança não aprende só com a cabeça, ela se envolve por inteiro: corpo + sensações + emoções + intelecto.

Para aprender a criança precisa se entregar de corpo E alma. Então, aquilo que é proposto deve fazer sentido, ser interessante e sensibilizar A CRIANÇA. Do contrário, não acontece a entrega. Continue lendo..

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