Categoria: Coordenação e Gestão

Este espaço do TEMPO DE CRECHE se dedica à coordenação pedagógica como encaminhadora da gestão e qualificação da equipe de professores, facilitadora do processo de elaboração de planejamentos anuais e projetos políticos pedagógicos e articuladora das relações de parceria com famílias e comunidade. </span

Um tratado sobre o TANQUE DE AREIA

brincadeira com areiaHá muitas dúvidas sobre as vantagens e os riscos das brincadeiras nos tanques de areia. Os benefícios compensam? Vale a pena? Existem alternativas?

 

Conversamos com a Flavia Vasconcellos Gusmão, sócia e diretora da UNIEPRE, uma instituição de Educação Infantil que implanta e faz a gestão de creches e pré-escolas dentro de empresas. O trabalho que conhecemos na indústria farmacêutica Aché Laboratórios foi UNIEPRE logoinspirador! Além da visita e da conversa acolhedora, Flavia compartilhou com o Tempo de Creche seu material de formação sobre TANQUES DE AREIA, direcionado a todos os funcionários das unidades da UNIEPRE.

BALDES, PÁS, AREIA E ÁGUA: elementos para o jogo simbólico

Baseado no conteúdo elaborado por Flavia Vasconcellos Gusmão – UNIEPRE

A areia é um elemento da natureza, mas a experiência com esse material ainda é pouco incentivada na Educação Infantil. É uma prática que deve ser incorporada no dia a dia com as crianças, com planejamento, liberdade de vivência, criatividade e segurança. Continue lendo..

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Reuniões, Paradas Pedagógicas, Encontros: tem jeito de ser agradável e produtivo? – PARTE 2

Na primeira parte desta postagem (Reuniões, Paradas Pedagógicas, Encontros: tem jeito de ser agradável e produtivo? – PARTE 1) abordamos o levantamento do conteúdo a ser levado para as reuniões e encontros. Agora a proposta é pensar sobre como fazer estes encontros acontecerem: como caber tanto assunto nas horas disponíveis? Como dar conta da organização? Como valorizar e incentivar a participação e o engajamento de todos?

Reuniões Encontros Paradas Aquecimento Nossa experiência como formadoras, que mergulham na realização de workshops formativos, pode contribuir com algumas dicas. Continue lendo..

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Reuniões, Paradas Pedagógicas, Encontros: tem jeito de ser agradável e produtivo? – PARTE 1

Reuniões Encontros Paradas

Alguns coordenadores e diretores têm pesadelo quando estes encontros se aproximam! Tudo é questão de preocupação porque, com uma rotina que não prevê e viabiliza reuniões frequentes entre a equipe pedagógica, aproveitar estes raros momentos traz uma obrigação de estimular boas discussões sobre todos os assuntos e ainda acertar o passo da equipe para o próximo período.

É muita pressão! Especialmente porque planejaremos e coordenaremos um encontro entre… pessoas! Pessoas que querem conversar, que querem saber, que querem discutir, argumentar, mostrar, prestar contas, apontar discordâncias, brincar, tomar café, falar sobre filhos, maridos, namorados, a compra no shopping … enfim, uma reunião normal de pessoas que convivem e que tem diante de si um dia mais tranquilo, sem as crianças e com perspectivas de também buscar conteúdos e acertos de rota.

Expectativas daqui e dali, o coordenador tem responsabilidade de pensar sobre os anseios de todas as partes, levantar as questões que precisam ser abordadas, planejar, organizar e conduzir os trabalhos desse dia. Como fazer TUDO isso, de forma acertada?

Que tal continuar com reflexões e seguir um roteiro para encaminhamentos? Continue lendo..

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Diálogos sobre relações VII: Encontros culturais e festivos

As pedagogas Tânia Fulkemann Landau e Lena Bartman Marko escreveram diálogos sobre as relações envolvidas no ambiente das creches e instituições de educação. Neste último capítulo, as autoras aprofundam algumas das ações das escolas com as famílias para promover o diálogo e construir relações e vínculo: encontros culturais e festivos.

7.  ENCONTROS CULTURAIS E FESTIVOS

Festa junina

A participação dos pais precisa ser planejada para construção de uma comunidade educadora, que é parceira e divide funções, guardando as respectivas autonomias e fronteiras.

Festejar é preciso e o convite da escola para festas e eventos precisam constar do calendário da escola a ser enviado às famílias no início de cada ano. Não devem ser excessivas nem poucas demais, mas guardar um certo equilíbrio, para não exagerar no número de vezes que chamamos os pais à escola. Continue lendo..

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Diálogos sobre relações VI: contatos de porta e primeiros dias na creche

As pedagogas Tânia Fulkemann Landau e Lena Bartman Marko escreveram diálogos sobre as relações envolvidas no ambiente das creches e instituições de educação. Neste capítulo, as autoras aprofundam algumas das ações das escolas com as famílias para promover o diálogo e construir relações e vínculo: contatos de porta e primeiros dias na creche.

  6. CONTATOS DE PORTA E PRIMEIROS DIAS NA CRECHE

Crianças e paiMuitos pais querem conhecer a professora do seu filho e saber como é a pessoa ou as pessoas que cuidarão dele. Nutrem fantasias a respeito do jeito delas e precisam “ver para crer” e saber se são carinhosas ou ríspidas, comunicativas ou caladas, querem confirmar se são atenciosas e dedicadas as crianças e se correspondem as suas demais expectativas. Todos os pais têm uma ideia do tipo de professor que acham melhor para o seu filho, mesmo que este não seja verdadeiramente o perfil daquele que vai cuidar dele. Os contatos de porta e a presença deles na escola nos primeiros dias em que a criança ingressa são decisivos, servem para afinar estas expectativas, para criar os primeiros laços e fortalecer os vínculos entre pais e educadores. Continue lendo..

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Coordenador: Roteiro de ações e formação de educadores

A ação do coordenador da Educação Infantil encontra diferentes desafios no cotidiano da formação de educadores

As solicitações emergenciais capturam o profissional que está, na maior parte de seu tempo, “apagando incêndios”, como dizem alguns profissionais, socorrendo uns e outros. Fica, então, difícil de criar uma forma de ação que estruture e garanta a qualificação da equipe e do trabalho.

Estão sozinhos nessa jornada?

Qual a saída?

Como, então, se preparar para organizar os momentos específicos de atuação da coordenação na sua função particular?

balão laranjaO que pensar?

balão laranjaO que escolher?

balão laranjaComo planejar?

balão laranjaComo acompanhar o trabalho desenvolvido?

Roteiro 1

É no grupo, acompanhado por um educador, onde, a partir de socializações de nossas reflexões, de nossos significados, entramos em contato com o pensar do outro, gestando o confronto e o conflito com este pensar. Pois sempre pensamos, refletimos, com e para o outro, a favor ou contra.         Madalena Freire

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Diálogos sobre relações: famílias e creches unidas na educação V – Cadernos de Comunicados

As pedagogas Tânia Fulkemann Landau e Lena Bartman Marko escreveram diálogos sobre as relações envolvidas no ambiente das creches e instituições de educação. Neste capítulo, as autoras aprofundam algumas das ações das escolas com as famílias para promover o diálogo e construir relações e vínculo: os cadernos de comunicados 

4. RELAÇÕES EM AÇÃO: CADERNOS DE COMUNICADOS

Comunicados

Cadernos  ou cadernetas são importante instrumentos de comunicação com as famílias, e devem ser usados diariamente e sempre que necessário para perguntas e colocações bem objetivas, como pedir mais roupas de troca, perguntar sobre o horário do sono da criança em casa, pedir mais agasalho ou sapatos, agendar uma conversa ou entrevista. Nunca escreveremos comentários sobre a criança na agenda, do tipo “não está comendo nada”, ou “está chorando muito”, ou “machucou o amigo”, porque só aumenta a ansiedade dos pais. Este tipo de comentário será feito em entrevista com a coordenação com objetivo de planejarem, família e escola, estratégias comuns para dar conta da questão. Continue lendo..

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Diálogos sobre relações: famílias e creches unidas na educação IV – Reunião de Pais

As pedagogas Tânia Fulkemann Landau e Lena Bartman Marko escreveram diálogos sobre as relações envolvidas no ambiente das creches e instituições de educação. Neste capítulo, as autoras aprofundam algumas das ações das escolas com as famílias para promover o diálogo e construir relações e vínculo: a REUNIÃO de PAIS.

4. RELAÇÕES EM AÇÃO: REUNIÃO DE PAIS

CEI Cidinha UNA

É comum os professores se queixarem da baixa frequência dos pais nas reuniões pedagógicas. Este é um ponto a ser vencido nas escolas. Quando as reuniões se tornam mais interessantes e adequadas a tendência é contagiar, o “boca a boca” entre pais atrai novos adeptos. Uma nova prática precisa ser construída, que ultrapasse a velha e tradicional ideia de que as reuniões são cansativas, entediantes, não servem para nada ou viram um muro de lamentações ou um blá, blá, blá cheio de avisos, regras, cobranças e “pedagogês” e a única alternativa dos pais ou responsáveis é escutar passivamente Continue lendo..

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Diálogos sobre relações: famílias e creches unidas na educação III

As pedagogas Tânia Fukemann Landau e Lena Bartman Marko escreveram diálogos sobre as relações envolvidas no ambiente das creches e instituições de educação. São sete capítulos para refletir e inspirar as ações dessa delicada relação e as possibilidades de construir um ambiente favorável ao desenvolvimento e educação das crianças e das comunidades abrangidas pela instituição.

3. APROFUNDANDO O DIÁLOGO

gêmeos

Nas conversas com os pais e familiares é preciso deixar claros os objetivos e cultura institucional. É possível concordar ou discordar dos pais, podendo acatar ou não suas sugestões, buscando sempre fundamentar e esclarecer nossas decisões. Os pais também têm o direito de argumentar frente aos encaminhamentos institucionais. O importante é lembrar que todas as atitudes adotadas devem ser pautadas no que é melhor para as crianças e a coletividade escolar. E devem dar espaços para que caibam individualidades e singularidades neste coletivo. Continue lendo..

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Diálogos sobre relações: famílias e creches unidas na educação II

As pedagogas Tânia Fukemann Landau e Lena Bartman Marko escreveram diálogos sobre as relações envolvidas no ambiente das creches e instituições de educação. São sete capítulos para refletir e inspirar as ações dessa delicada relação e as possibilidades de construir um ambiente favorável ao desenvolvimento e educação das crianças e das comunidades abrangidas pela instituição.

2. CRECHES E FAMÍLIAS: UMA PARCERIA DE ESCUTA

Entender a escola como ambiente de desenvolvimento infantil traz uma nova lente para educadores e famílias. Ambos nutrem expectativas em relação ao outro que, muitas vezes, são contraditórias. Algumas situações exigem um bom diálogo e uma dose de trabalho e disponibilidade para esclarecer à comunidade a função educativa da creche, para trocar opiniões, negociar e buscar soluções conjuntas e inovadoras para este atual formato de atendimento às crianças. Isto implica aceitar que qualquer criança pode frequentar a creche, não importa a razão pela qual seus pais optaram por isto. Parece muito simples esta proposição, mas compreendê-la significa aceitar, por exemplo, que uma mãe ou um pai deixe seu filho lá seja para passear, descansar ou procurar um trabalho. Isto é do âmbito particular e peculiar e não cabe à escola avaliar as dinâmicas e escolhas familiares.

Obras

 

A creche é uma instituição que recebe famílias dos mais diferentes estilos, religiões e culturas domésticas. Os diferentes modos de pensar e agir em relação às crianças geram conflitos que são inevitáveis e inerentes às relações humanas. Seria utópico (ideal, impossível) pensarmos em uma relação da creche com as famílias livre de contradições e atritos. Apesar dos esforços dos educadores para manter um bom relacionamento com as famílias, ainda é evidente as dificuldades de enfrentar os confrontos que são característicos das relações. Ao invés de tentarmos eliminar os conflitos ou abafá-los, precisamos enfrentá-los com humildade e flexibilidade. Isto só é possível por meio de uma escuta aberta, respeitosa e verdadeira para com os pais e responsáveis.

Mas como fazer isto? Continue lendo..

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