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Um guia para a jornada do relatório individual

janela vitralA hora do relatório individual! Nessa época, escolas, professores e coordenadores se encontram numa temporada de muito trabalho. É o momento de colocar em teste os registros do professor e a seleção de materiais produzidos pelas crianças. Mais do que isso, é a hora de pensar sobre todas as reflexões realizadas no período. É o momento de compor uma narrativa que expresse a trajetória de cada criança, com suas singularidades e conquistas. É também a hora de dar a devolutiva para as famílias, estreitar as relações e chegar ao próximo semestre com uma parceria solidificada e comprometida.
Se você já fez e entregou seus relatórios, pode utilizar os roteiros que propomos nesta postagem para acompanhar suas observações e registros e facilitar o trabalho do final do próximo semestre.

brincando no canteiro• Quais registros foram feitos?
• Quais reflexões apontaram as jornadas de aprendizagem das crianças?
• Quais questões quero responder por meio dos relatórios?
• Quais foram os meus principais desafios no semestre e quais os desafios encarados pelas crianças?
• Quais narrativas importantes tornam visíveis as aprendizagens?
• Como traduzir as experiências em palavras? Dá para traduzir as emoções? Continue lendo..

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Planejamentos ampliados com atividades que se transformam

Será que as crianças precisam experimentar coisas novas todos os dias?
Por que muitos professores entendem que atividades só são interessantes quando os materiais e as técnicas são inéditas? Planejamentos ampliados que partem de um mesmo tema podem interessar os pequenos?

Cruzamos com professores esforçados e dedicados, que às vezes passam noites e finais de semana preparando planejamentos, construindo brinquedos e até ensaiando teatrinhos para surpreender, entreter e divertir as crianças.

Educar crianças pequenas é isso?
Para provocar curiosidade, favorecer experiências e promover aprendizagens é necessário inovar a cada proposta?

A resposta é NÃO para todas as perguntas!
Crianças estendem e ampliam suas aprendizagens quando experimentam desdobramentos daquilo que já conhecem.

Não é diferente de nós, adultos.
Imagine uma situação em que vamos aprender a fazer tricô. Começamos com um ponto básico. Praticamos com uma linha simples para pegar o jeito. Melhoramos a habilidade e aprendemos sobre o processo básico.
O primeiro trabalho fica pronto! Admiramos a nossa produção, avaliamos e partimos para outro projeto.
Trocamos as cores e o tipo de lã. Produzimos um novo trabalho.
Aí continuamos na brincadeira mas arriscamos experimentar outros tipos de pontos e de agulhas.
O que aconteceria se logo depois do primeiro trabalho partíssemos para o crochê?
Qual seria a profundidade da pesquisa do tricô e do crochê? Continue lendo..

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Um guia para a jornada do relatório individual

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Pauta do Olhar: os campos de experiências e a singularidade

Refletir, repensar os mesmos assuntos e enfatizar alguns aspectos para orientar uma prática pedagógica que garanta sempre as vias de mão dupla. Paulo Freire afirmava que quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. O que estamos aprendendo no momento em que estamos ensinando? Estamos ensinando prevendo respostas certas? Ou estamos ensinando de forma aberta, concedendo tempo e liberdade para as crianças expressarem seus modos singulares de se desenvolver?

imagem para materia do site SEE_ BASE NACIONAL COMUM CURRICULARNesse sentido, achamos que somos chatas e repetitivas porque estamos retomando os Campos de Experiências e a forma como foram abordados os desenvolvimentos das crianças pequenas na 2a versão da BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

O Tempo de Creche acredita na importância e necessidade de ampliar o repertório dos seus educadores-leitores, respeitando e balizando os conteúdos pelas diretrizes e documentos nacionais do MEC. Mas não podemos valorizar aquilo que parece fugir do razoável! Assim, não concordamos com a forma como os campos de experiências da segunda versão foram estruturados. Continue lendo..

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Um guia para a jornada do relatório individual

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Base Nacional Comum Curricular: uma referência prática? Você decide!

BNCVocê conhece e utiliza os documentos referenciais e orientações curriculares na sua prática? Já ouviu falar da Base Nacional Comum Curricular?

O PNE – Plano Nacional de Educação prevê a elaboração de (mais!) um documento orientador para as práticas da escola: a Base Nacional Comum Curricular, em processo de tramitação no congresso.

Nesse documento, profissionais especialistas e interferências da sociedade pretendem construir coletivamente os “direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos”.

O material foi elaborado com uma dinâmica fácil de ser percebida: 6 direitos de aprendizagem na Educação Infantil são reconhecidos como objetivos de aprendizagem a serem implementados em 5 campos de experiência. Nessa abordagem o professor tem 30 dimensões a serem trabalhadas com as crianças de 0 a 6 anos. Veja a tabela abaixo. Continue lendo..

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