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Cantos de atividades para revelar projetos

Temas identificados a partir dos interesses das crianças desafiam e envolvem o grupo. Em quais situações o professor pode observar as crianças e pesquisar o que as instiga? Cantos de atividades diversificadas ajudam, porém é preciso renovar as provocações.

Os momentos de brincadeira favorecem a observação mais distanciada e orientam o professor a identificar o que encanta as crianças, as conquistas e as dificuldades. Ao ampliar as possibilidades de inventar e imaginar, amplia-se também as oportunidades de observar novas brincadeiras e pesquisas. Cantos de atividades diversificadas favorecem as brincadeiras mais autônomas e a busca do professor por novos interesses e caminhos para planejar propostas. Mas os velhos cantinhos já brincados e rebrincados devem ser transformados para renovar o repertório de brincadeiras. Simples detalhes proporcionam mudanças:

Canto de casinha

  • Acrescentar novos elementos como sementes, pedrinhas e folhas para enriquecer as “comidinhas”;
  • Preparar uma cesta com alguns retalhos de tecidos para que as crianças construam vestimentas para elas próprias e para as bonecas;
  • Providenciar caixas de sapato ou de papelão para colecionar os objetos, organiza-los e até servir como camas e bercinhos.

Cestos de pedras e plantas

Canto dos carrinhos

  • Desenhar pistas e ruas em grandes folhas de papel kraft ou jornal;
  • Cortar tiras de papelão e disponibilizar caixas para instigar construções: rampas, pontes, garagens e outros;
  • Se a instituição contar com motocas, triciclos e cavalinhos de pau, construir pistas e percursos no chão com fita crepe.

canto de carrinhos

Canto de desenho

  • Aqui vale um destaque: crianças precisam desenhar todos os dias! Portanto, cantos de desenho atendem os desejos dos pequenos e liberam o professor da obrigação de organizar atividades diárias para desenhar.
  • A arte-educadora Anne Marie Holm ensinava uma forma para trazer novos encantos aos gizes de cera quebrados. Ela colava peninhas coloridas nas pontas dos toquinhos com fita adesiva e os reunia numa cesta. Ficava lindo!
  • Fazer uma parede com diferentes formatos, tamanhos e cores de papeis para desenhar provoca a vontade de desenhar.
  • Aumentar o tamanho dos lápis de cor fixando-os em gravetos promove outros desafios ao ato de riscar e desenhar.

giz de cera encantado Anna M Holm

inovação para o canto do desenho

Canto com objetos, brinquedos pequeninos e grandões

Que tal reunir os brinquedos de acordo com o tamanho? Organizar um espaço propositor diferente com os mesmos brinquedos provoca novas brincadeiras e experiências. Separe os brinquedos por tamanho, colocando os pequeninos num lado da sala e os grandões em outro lado. Pode-se agrupar os brinquedos por cor e também reunir objetos que não são brincados em conjunto: peças de montar com carrinhos e bichinhos (será que vira cenário de histórias?), acrescentar uma sucata, entre outras ideias que surgem quando nos desafiamos a pensar para enriquecer os contextos.

Uma vez ouvi uma história de uma mãe que nos disse que seu filho não queria mais brincar com os “mesmos” brinquedos que tinha no quarto.
O que ela fez?
Preparou um cenário arrumando alguns dos brinquedos como se estivessem numa exposição: colocou um tecido no chão, dispôs os objetos com cuidado e convidou o filhote para ver. A criança passou horas na brincadeira, redescobriu brinquedos “velhos”e criou novas possibilidades de associar e brincar.

Prepare uma pauta de olhar para observar os pequenos nesses momentos intensos de brincadeiras, questionamentos, criações e relações. Aqueça as crianças ampliando os recursos ofertados para brincar. Aqueça sua observação para perceber o que as intriga, o que elas perguntam e, assim, busque suas fontes de inspiração para elaborar propostas. Acompanhe, acolha, encaminhe e bom segundo semestre!

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PARA SABER MAIS…

Leia mais sobre projetos e brincadeiras nas postagens:

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Cantos de atividades para revelar projetos

Temas identificados a partir dos interesses das crianças desafiam e envolvem o grupo. Em quais situações o professor pode observar as crianças e pesquisar o que as instiga? Cantos de atividades diversificadas ajudam, porém é preciso renovar as provocações.

Os momentos de brincadeira favorecem a observação mais distanciada e orientam o professor a identificar o que encanta as crianças, as conquistas e as dificuldades. Ao ampliar as possibilidades de inventar e imaginar, amplia-se também as oportunidades de observar novas brincadeiras e pesquisas. Cantos de atividades diversificadas favorecem as brincadeiras mais autônomas e a busca do professor por novos interesses e caminhos para planejar propostas. Mas os velhos cantinhos já brincados e rebrincados devem ser transformados para renovar o repertório de brincadeiras. Simples detalhes proporcionam mudanças:

Canto de casinha

  • Acrescentar novos elementos como sementes, pedrinhas e folhas para enriquecer as “comidinhas”;
  • Preparar uma cesta com alguns retalhos de tecidos para que as crianças construam vestimentas para elas próprias e para as bonecas;
  • Providenciar caixas de sapato ou de papelão para colecionar os objetos, organiza-los e até servir como camas e bercinhos.

Canto dos carrinhos

  • Desenhar pistas e ruas em grandes folhas de papel kraft ou jornal;
  • Cortar tiras de papelão e disponibilizar caixas para instigar construções: rampas, pontes, garagens e outros;
  • Se a instituição contar com motocas, triciclos e cavalinhos de pau, construir pistas e percursos no chão com fita crepe.

Canto de desenho

  • Aqui vale um destaque: crianças precisam desenhar todos os dias! Portanto, cantos de desenho atendem os desejos dos pequenos e liberam o professor da obrigação de organizar atividades diárias para desenhar.
  • A arte-educadora Anne Marie Holm ensinava uma forma para trazer novos encantos aos gizes de cera quebrados. Ela colava peninhas coloridas nas pontas dos toquinhos com fita adesiva e os reunia numa cesta. Ficava lindo!
  • Fazer uma parede com diferentes formatos, tamanhos e cores de papeis para desenhar provoca a vontade de desenhar.
  • Aumentar o tamanho dos lápis de cor fixando-os em gravetos promove outros desafios ao ato de riscar e desenhar.

giz de cera encantado Anna M Holm

Canto com objetos/brinquedos pequeninos ou grandões

Que tal reunir os brinquedos de acordo com o tamanho? Organizar um espaço propositor diferente com os mesmos brinquedos provoca novas brincadeiras e experiências. Separe os brinquedos por tamanho, colocando os pequeninos num lado da sala e os grandões em outro lado. Pode-se agrupar os brinquedos por cor e também reunir objetos que não são brincados em conjunto: peças de montar com carrinhos e bichinhos (será que vira cenário de histórias?), acrescentar uma sucata, entre outras ideias que surgem quando nos desafiamos a pensar para enriquecer os contextos.

Uma vez ouvi uma história de uma mãe que nos disse que seu filho não queria mais brincar com os “mesmos” brinquedos que tinha no quarto.
O que ela fez?
Preparou um cenário arrumando alguns dos brinquedos como se estivessem numa exposição: colocou um tecido no chão, dispôs os objetos com cuidado e convidou o filhote para ver. A criança passou horas na brincadeira, redescobriu brinquedos “velhos”e criou novas possibilidades de associar e brincar.

Prepare uma pauta de olhar para observar os pequenos nesses momentos intensos de brincadeiras, questionamentos, criações e relações. Aqueça as crianças ampliando os recursos ofertados para brincar. Aqueça sua observação para perceber o que as intriga, o que elas perguntam e, assim, busque suas fontes de inspiração para elaborar propostas. Acompanhe, acolha, encaminhe e bom segundo semestre!

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Planejamentos ampliados com atividades que se transformam

Será que as crianças precisam experimentar coisas novas todos os dias?
Por que muitos professores entendem que atividades só são interessantes quando os materiais e as técnicas são inéditas? Planejamentos ampliados que partem de um mesmo tema podem interessar os pequenos?

Cruzamos com professores esforçados e dedicados, que às vezes passam noites e finais de semana preparando planejamentos, construindo brinquedos e até ensaiando teatrinhos para surpreender, entreter e divertir as crianças.

Educar crianças pequenas é isso?
Para provocar curiosidade, favorecer experiências e promover aprendizagens é necessário inovar a cada proposta?

A resposta é NÃO para todas as perguntas!
Crianças estendem e ampliam suas aprendizagens quando experimentam desdobramentos daquilo que já conhecem.

Não é diferente de nós, adultos.
Imagine uma situação em que vamos aprender a fazer tricô. Começamos com um ponto básico. Praticamos com uma linha simples para pegar o jeito. Melhoramos a habilidade e aprendemos sobre o processo básico.
O primeiro trabalho fica pronto! Admiramos a nossa produção, avaliamos e partimos para outro projeto.
Trocamos as cores e o tipo de lã. Produzimos um novo trabalho.
Aí continuamos na brincadeira mas arriscamos experimentar outros tipos de pontos e de agulhas.
O que aconteceria se logo depois do primeiro trabalho partíssemos para o crochê? Qual seria a profundidade da pesquisa do tricô e do crochê?

Voltando para a Educação Infantil…

Os professores Leticia, Wellington e a auxiliar Bruna, de um grupo multietário (2 a 4 anos), do CEI Nossa Turma, SP, têm uma queda pela música. Wellington toca violão e anda com o instrumento sempre à mão. Letícia, jovem e dinâmica, adora música. A formação com a educadora Andréa Franco Schkolnick, especialista na linguagem, enriqueceu ainda mais os horizontes.

Roda Música Nossa Turma

A dupla nos mostrou uma série de fotografias das propostas de pesquisa sonora e musical realizadas com as crianças no Projeto Brincando com a Música. Percebemos a concentração e a organização do grupo diante da exploração.

Música Nossa Turma 2Como isso aconteceu? Como chegaram a essa profundidade?

Com um misto de repetição e variação!

As crianças têm oportunidades e tempo para expressar-se pela música. Os professores não acreditam que trabalhar esse e outros campos de experiências é coisa para uma ou outra vez! Planejam e replanejam as propostas, ora fabricando objetos sonoros, ora explorando seus sons, ora sentando em roda para conhecer um repertório musical e ora acompanhando as canções com os objetos fabricados. Como dizem no universo das Artes, fazendo variações sobre um mesmo tema é que as crianças conquistaram foco e aprofundaram as aprendizagens.

1 tocando junto

O processo de construção dos chocalhos envolveu pintura e montagem dos objetos com exploração plástica de cores e suportes tridimensionais. A música utilizada nas propostas, que se tornou parte do repertório da turma, foi Meu Querido Paiol do Helio Ziskind (Cocoricó). Leticia e Wellington trabalharam o andamento rápido e lento, a intensidade (volume alto e baixo) e brincaram com a participação das crianças tocando os chocalhos.

pintando objeto sonoro 01

Em algumas instituições os professores são orientados a realizar a cada semana, um número definido de propostas de artes visuais, de música, de corpo ou de natureza… Com frequência pré-estabelecida, o professor nem precisa ler os interesses e necessidades do seu grupo, cumprindo uma programação engessada de atividades.

A identificação de oportunidades significativas está na observação do dia a dia, na reflexão a partir dos registros e nos planejamentos que andam de braços dados com a realidade singular de cada grupo. É a filosofia do tricô que possibilita aprofundamento de aprendizagens e construção de conhecimentos.

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PARA SABER MAIS...

Wellington Santos Paes Landin, Leticia Saldanha Cruz e Bruna I. Russo são professores do CEI Nossa Turma, creche conveniada com a Prefeitura de São Paulo, administrada pela Associação Nossa Turma.

→ A música Meu Querido Paiol está disponível no Youtube.

→ Para saber mais sobre propostas com a linguagem da música leia as postagens:

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Fazer uma vez é o mesmo que não fazer!

Planejar propostas de atividades repetidas para crianças é cair na mesmice? É bom ou ruim para elas? Fazer atividades uma só vez constrói saberes?

Vamos pensar um pouco: imagine que você chegou numa ilha onde as plantas, os animais, a comida, a língua, a música, a arquitetura e os costumes são muito diferentes dos seus.

Um passeio de 24 horas é suficiente para conhecer um mundo tão diferente? Um dia basta para ter ideia do que acontece por lá?

crianças modelando argila

A primeira etapa da vida do ser humano é como uma viagem a um mundo desconhecido. Nos primeiros anos os pequenos poderiam dizer “muito prazer em conhece-lo” a toda hora, porque tudo é novo e está sendo observado, explorado e conhecido.

Retomemos a pergunta inicial: basta uma espiadinha, uma rápida brincadeirinha para se apropriar do mundo desconhecido que nos cerca, construir olhar e significados?

Certamente, não!

Riina LundellA professora sueca Riina Lundell, da pré-escola Trångsund, na Suécia, disse ao Tempo de Creche que com crianças, fazer uma vez é o mesmo que não fazer.

Nos primeiros contatos, as crianças pesquisam os materiais, os movimentos ou as situações. Testam qualidades e possibilidades. Depois de estabelecerem relações, começam a experimentar e criar com mais complexidade, foco e, dependendo da faixa etária, interagindo com os colegas.

crianças com bloco de argilaJá observou uma criança experimentando a argila pela primeira vez? Ela amassa o material, espreme entre os dedos, bate, atira, passa na pele e até coloca na boca. Algumas apresentam certa resistência para entrar em contato e precisam de tempo e atenção diferenciados.

Só depois de algumas oportunidades é que as crianças começam a descobrir como modelar a massa, controlar a força, compreender as resistências e as delicadezas do material, lidar com diferentes volumes e, finalmente controlar a modelagem para transformar a argila de acordo com seus desejos. Como tudo o que nos cerca, as características do que existe são sempre diversas e permitem interações e explorações particulares.

menina modelando de argila

Projetos também podem demandar a repetição de propostas e percursos mais longos. Ao identificar temas que interessam às crianças, o professor busca caminhos para favorecer experiências e aprofundar as pesquisas e descobertas. Essa trajetória precisa de tempo e repetição. Ao descobrir e aprender sobre os diversos assuntos, as crianças – e todos nós! – precisam retomar os saberes construídos ao longo do caminho para correlacionar, somar e continuar aprofundando o interesse e a busca por novos conhecimentos. É como estar numa espiral que a cada volta retoma o percurso vivido porém de maneira mais ampliada.

Segundo Riina, tempo e repetição são fundamentais para que as crianças aprofundem pesquisas e, nesse percurso, ampliem habilidades e se desenvolvam.

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PARA SABER MAIS…

A postagem Repetir propostas para crianças. Será? também aborda essa questão propondo algumas reflexões. Vele a pena ler!

→ A Pré-escola Trångsund está localizada na região de Trångsund, nos arredores da cidade de Estocolmo, na Suécia. Essa é uma das escolas em que a pesquisadora e professora Liselott Mariett Olsson fez diversas pesquisas e me levou para conhecer de perto. A equipe do Tempo de Creche acredita e se fundamenta, entre outros pensadores, na produção acadêmica de Liselott, que, por sua vez, pensa a educação das crianças pequenas a partir da filosofia de Gilles Deleuze e Felix Guattari, magos e inspiradores do Blog.

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Uma proposta artística para provocar pesquisa e escuta

Que tal a sensação de caminhar sobre esponjas macias que marcam as passadas?
É possível pintar com os pés?
O que podemos ouvir das crianças quando são provocadas e fazem suas pesquisas?

Selecionamos uma proposta da coleção Fazendo Arte do PIM – Programa Primeira Infância Melhor, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul para pensar sobre pesquisa e escuta.

O PIM é um programa de política pública pioneiro no Brasil, desenvolvido em 2003. É uma ação de promoção do desenvolvimento integral da primeira infância que se apoia em três eixos: família, comunidade e intersetorialidade (saúde, educação, assistência social, cultura e justiça). O programa se desenvolve através de visitas domiciliares e comunitárias. Um time de visitadores capacitados visita semanalmente famílias em situação de risco e vulnerabilidade social, e constrói com elas o fortalecimento de suas competências para educar e cuidar das crianças.

Os materiais elaborados pelo grupo técnico do PIM para capacitação da equipe de visitadores estão disponíveis no site do programa e podem ser baixados gratuitamente.

Colecao-Fazendo-Arte

coleo-fazendo-arte-pim vol4 Continue lendo..

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Base Nacional Comum Curricular: a criança como protagonista

Esta galeria contém 2 fotos.

Vamos refletir sobre mais uma questão levantada no texto provisório da Base Comum: o PROTAGONISMO da criança. Leia a matéria e responda à enquete contribuindo com a sua visão. Continue lendo

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Campos de experiências todos os dias!


Falamos em planejar, registrar, refletir e replanejar como uma postura contemporânea de educador, que percebe as crianças e acolhe suas propostas. Mas isso é suficiente no contexto de Educação Infantil?
Não existem diretrizes a serem seguidas e conteúdos a serem ensinados?

Balão-Dúvida-p→ O que pensar?
→ Por onde começar?
→ Quem pensa sobre a criança e a infância hoje?

campo do conhecimento espacial e matemáticoPodemos partir de uma discussão baseada na Antropologia da Criança para buscar conclusões. Clarice Cohn (2005) disse que a criança produz cultura, não pelos objetos ou relatos que constrói, mas pela formulação de um sentido que dá ao mundo que a rodeia. Segundo a antropóloga, criança não sabe menos, sabe outra coisa e, assim, nós adultos precisamos entrar neste mundo respeitando a cultura que já existe. Essa postura faz toda a diferença ao pensar em “currículos” e “ensinos”, porque não é possível construir desenvolvimento sobre um território desrespeitado ou até destruído. Continue lendo..

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Um roteiro para começar registro e planejamento – parte 2

Planejamento Registro e Reflexão

Na primeira parte desse post abordamos o olhar para o Registro. Pensamos num roteiro para orientar a percepção do que registrar durante o desenvolvimento das propostas:

  • perceber o grupo no coletivo
  • olhar as crianças individualmente
  • notar o aproveitamento de espaços e materiais
  • identificar as pesquisas, interesses e contribuições das crianças

Propomos o desafio de experimentar seguir o roteiro e realizar anotações sobre as atividades que o professor já tivesse planejado.  Continue lendo..

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Planejamento da Educação Infantil: 10 reflexões para as creches

Planejamento da Educação Infantil reunião e momentos

É hora de aproveitar para refletir!

As reuniões pedagógicas para elaboração do planejamento da Educação Infantil de 2015 podem incluir uma reflexão sobre as crenças da creche, partilhar e ratificar com todos da equipe os princípios repensados e assumidos pela instituição. Continue lendo..

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